Extremo (Getsêmani do Meu Ser)

Extremo (Getsêmani do Meu Ser)
Anderson Freire



Solo da intro: Ninguém pode te adorar por mim Nem se arrepender por mim, por isso estou aqui Não me deixes, pai, adormecer no Getsêmani do meu ser Não posso retroceder Teu corpo foi prensado feito fruto da oliveira E como azeite e sangue tua pele transpirou O dia do silêncio quem sabe estou vivendo Ao ponto de pensar que o próprio pai me abandonou As razões, aflições não anulam minha paz E se fraco eu estou, forte o senhor me faz Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo Preciso alcançar o calvário e me entregar Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo Preciso alcançar o trono e te adorar (Intro com o solo) Não me deixes, pai, adormecer no Getsêmani do meu ser Não posso retroceder Teu corpo foi prensado feito fruto da oliveira E como azeite e sangue tua pele transpirou O dia do silêncio quem sabe estou vivendo Ao ponto de pensar que o próprio pai me abandonou As razões, aflições não anulam minha paz E se fraco eu estou, forte o senhor me faz Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo Preciso alcançar o calvário e me entregar Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo Preciso contemplar teu trono e te adorar Vou te adorar, além da cruz eu vou Lançarei a ti coroas de louvor Digno tu és, cordeiro santo Como os anciãos, me prostrarei, Senhor Mas enquanto sou o peregrino aqui Levarei a minha cruz até ao céu subir Oh! Leva-me ao extreeemo, eu sei que está doendo Preciso alcançar o calvário e me entregar Até mesmo no silêêêncio eu sei que estás me vendo Preciso contemplar teu trono e te adorar Final: Intro com o solo