[Tab - Intro][Primeira Parte]
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
A#°
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
A#°
Como não se pode ser
Um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada no espelho do banheiro
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
Teu olhar sempre distante sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana
[Primeira Parte]
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
A#°
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como o refrão de um bolero
Eu fui sincero, eu fui sincero
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
Teu olhar sempre distante sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana
Parte 1 de 8
Parte 2 de 8
Parte 3 de 8
Parte 4 de 8
Parte 5 de 8
Parte 6 de 8
Parte 7 de 8
Parte 8 de 8
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
Teu olhar sempre distante sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana