Rosa Povo

Rosa Povo
Gonzaguinha



A leveza de uma rosa Acaba no espinho Quando o amante endurece E força o carinho Ele a toca de mau jeito Violenta a massa Há que ter muito respeito No trato com a moça Cada toque é um cumprimento À sua beleza Cada gesto é entendimento Da sua grandeza Essa rosa é sempre-viva Aquieta revolta Ela dorme e sonha um pouco Mais nunca está morta Cuida bem da rosa, povo Senão ela corta Sempre viva, também so - nha Mais nunca está morta Cuida bem da rosa, povo Senão ela corta Sempre viva, também so - nha Mais nunca está morta A leveza de uma rosa Acaba no espinho Quando o amante endurece E força o carinho Ele a toca de mau jeito Violenta a massa Há que ter muito respeito No trato com a moça Cada toque é um cumprimento À sua beleza Cada gesto é entendimento Da sua grandeza Essa rosa é sempre-viva Aquieta revolta Ela dorme e sonha um pouco Mais nunca está morta Cuida bem da rosa, povo Senão ela corta Sempre viva, também so - nha Mais nunca está morta Cuida bem da rosa, povo Senão ela corta Sempre viva, também so - nha Mais nunca está morta Cuida bem da rosa, povo Senão ela corta Sempre viva, também so - nha Mais nunca está morta