A leveza de uma rosa
Acaba no espinho
Quando o amante endurece
E força o carinho
Ele a toca de mau jeito
Violenta a massa
Há que ter muito respeito
No trato com a moça
Cada toque é um cumprimento
À sua beleza
Cada gesto é entendimento
Da sua grandeza
Essa rosa é sempre-viva
Aquieta revolta
Ela dorme e sonha um pouco
Mais nunca está morta
Cuida bem da rosa, povo
Senão ela corta
Sempre viva, também so - nha
Mais nunca está morta
Cuida bem da rosa, povo
Senão ela corta
Sempre viva, também so - nha
Mais nunca está morta
A leveza de uma rosa
Acaba no espinho
Quando o amante endurece
E força o carinho
Ele a toca de mau jeito
Violenta a massa
Há que ter muito respeito
No trato com a moça
Cada toque é um cumprimento
À sua beleza
Cada gesto é entendimento
Da sua grandeza
Essa rosa é sempre-viva
Aquieta revolta
Ela dorme e sonha um pouco
Mais nunca está morta
Cuida bem da rosa, povo
Senão ela corta
Sempre viva, também so - nha
Mais nunca está morta
Cuida bem da rosa, povo
Senão ela corta
Sempre viva, também so - nha
Mais nunca está morta
Cuida bem da rosa, povo
Senão ela corta
Sempre viva, também so - nha
Mais nunca está morta