Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Primeira Parte]
Feliz o homem que foi perdoado
E cuja falta já foi encoberta!
Feliz o homem a quem o senhor
Não olha mais como sendo culpado
E em cuja alma não há falsidade!
Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Segunda Parte]
Enquanto eu silenciei meu pecado
Dentro de mim definhavam meus ossos
E eu gemia por dias inteiros
Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Terceira Parte]
Eu confessei, afinal, meu pecado
E minha falta vos fiz conhecer
Disse: ‘eu irei confessar meu pecado!
E perdoastes, senhor, minha falta
Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Quarta Parte]
Vou instruir-te e te dar um conselho
Vou te dar um conselho a seguir
E sobre ti pousarei os meus olhos
Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Quinta Parte]
Muito sofrer é a parte dos ímpios
Mas quem confia em deus, o senhor
É envolvido por graça e perdão
Mulher, ninguém te condenou?
Ninguém, Senho-or
Nem eu te conde-no
Va------ai, não peques mais!
Va------ai, não peques mais!
[Sexta Parte]
Regozijai-vos, ó justos, em deus
E no senhor exultai de alegria!
Corações retos, cantai jubilosos!