[Intro] A E7 A A E7 A [Primeira Parte] A Nasci na pampa azulada e da minha terra eu sou peão E7 Estampa de índio campeiro que foi criado em galpão Gosto do cheiro do campo e do sabor do chimarrão A E7 A A7 E de dobrar boi brabo a pealo nos dias de marcação [Refrão] D A7 D (Gosto de fazer um potro se cortar na minha chilena E B7 E Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena D A E7 A Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena) ( A E7 A ) ( A E7 A ) A Meu sistema de gaúcho é mais ou menos assim E7 Uso um tirador de pardo arrastando no capim Uso uma bombacha larga com feitio do melhor pano A E7 A A7 E um trinta ao correr da perna com palmo e meio de cano [Refrão] D A7 D (Gosto de fazer um potro se cortar na minha chilena E B7 E Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena D A E7 A Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena) ( A E7 A ) ( A E7 A ) A Crinudo que sacode arreio engancho só na paleta E7 Pois as esporas que eu uso tem veneno na roseta Tenho um preparo de doma trançado com perfeição A E7 A A7 Pra fazer qualquer ventena saber quem é este peão [Refrão] D A7 D (Gosto de fazer um potro se cortar na minha chilena E B7 E Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena D A E7 A Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena) ( A E7 A ) ( A E7 A ) A O dia em que eu não puder agüentar mais o repuxo E7 Talvez o rio grande diga lá se foi mais um gaúcho Mas enquanto eu tiver força laço domo e tranço ferro A E7 A A7 E na invernada do mundo mais um rodeio eu encerro [Refrão] D A7 D (Gosto de fazer um potro se cortar na minha chilena E B7 E Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena D A E7 A Pra sentir o sopro do vento me esparramando a melena) [Final] A E7 A A E7 A
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